Dores do amor

Não seria amor se fosse possível esquecer. Então estou simplesmente convivendo com isso e esperando que um dia eu acorde me sentindo melhor. Estou esperando o dia em que meu coração doerá menos com a saudade, que o amor se acalmará e se esconderá em um cantinho remoto da minha mente e do meu coração.

Estou esperando o dia em que eu não me sentirei deslocada quando não estiver com ele, quando não puder mandar mensagens sobre assuntos aleatórios pra ele. Estou esperando que eu me sinta atraída ao menos pela ideia de estar com outro alguém, de estar em outro relacionamento. E é engraçado, de uma maneira tortuosa devo dizer, porque eu sei que nunca amarei ninguém da maneira como o amei.

Falei ao menos 420 vezes: Eu te amo, muito, muito, muito, pra sempre e mais ainda. E não menti em nenhuma delas. Eu o amei, amo e sempre amarei. É uma realidade com a qual eu tenho que lidar. E é uma realidade que eu temo a cada dia. Porque sei que sempre vou me lembrar dele, sempre pensarei nele e saberei que amor como esse jamais acontecerá de novo, não duas vezes com a mesma pessoa.

E o pior é que estou com poucas forças pra lutar contra essa sensação. Estou lutando uma batalha que simplesmente está vencida. Esse amor nunca morrerá, e eu nunca deixarei de sentir falta dele. Então estou lutando apenas pra me reerguer, pra esperar por aquele dia… o dia que me sentirei melhor, porém jamais curada.

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