Tudo no lugar…

“Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira”
Johann Goethe

Agora eu já posso sorrir novamente, e será um sorriso tão verdadeiro que quem vê de fora enxergará o brilho no meu olhar, o brilho do meu ser. Quem olhar de fora, vai me ver sem os machucados, sem as dores, sem os sintomas de um coração partido. Ah e mais que isso, verá uma pessoa que escolheu pelo que queria e não pelo que queriam por ela, verá alguém que ergue a cabeça e diz: “Você não disse que não valia a pena, olha agora o que não tá valendo a pena”.

Eu estava certa quando disse que não era forte o suficiente pra ficar longe dele, eu estava certa quando escolhi lutar por isso. Ele também estava trabalhando em nós, então, valeu muito a pena. Meu coração nem sequer consegue aguentar de tanta felicidade, eu juro, nunca pensei que pudesse ser tão feliz, jamais imaginei. Eu queria tanto que todos pudessem sentir isso, eu queria que as pessoas amassem assim. Se todos sentissem isso, deixariam de reclamar do amor. Vale a pena sofrer o quanto for, se um dia você pode se sentir como eu estou me sentindo, na verdade, sofrer continua sendo um preço pequeno a se pagar.

Eu desejo a todos algo assim, não é frágil como todos costumam afirmar ser, é como se tudo estivesse no lugar, é como se eu pertencesse a algum lugar, e tudo que está a minha volta fosse perfeito. Meu coração vai explodir em algum momento, mas eu não me importo, se acontecer será de alegria, então… Eu passo cada segundo relembrando esses últimos dois dias, e eu ainda não achei nada de errado neles. Não tenho palavras pra descrever, não sei o que fazer com tudo isso. Mas eu não me importo.

Foi o abraço dele, as palavras, foi o brilho no olhar, o sorriso, o calor do corpo dele ao me agarrar, talvez nossas mãos dadas. É só que era ele ali, e nada mais importava. E a cada pequena atitude ou gesto eu desvendava um pouco mais do que ele sente por mim. A forma com ele dança, ou sorri, ou faz escândalos por uma situação tão pequena, a forma como ele mexe no cabelo pra arrumar e  só bagunça mais. Ou talvez o quanto ele sempre reclame do tamanho da minha roupa, mas sempre pede uma menor no meu ouvido. Ou quando a gente se beija e acaba batendo os dentes sem querer, é sempre assim com a gente, e ainda parece que está tudo certo.

E então a gente briga de brincadeira, e se provoca só pra um dos dois ceder ao outro primeiro. Quando ele pede licença e me coloca no colo, ou quando ele vem de lugar nenhum e me agarra, me faz de boneca. Quem sabe tenha sido também todas as vezes que em sincronia nós viramos pra nos beijar. Na verdade, não importa o que foi, é só que cada uma das coisas só deixa tudo ainda mais perfeito.

Sinto como se não fosse mais o meu corpo descansado que me faz acordar, e sim a vontade de vê-lo. Sinto como se respirar não fosse mais pra me abastecer de oxigênio e sim pra não desmaiar e deixar de pensar nele. Ok, estou ficando obsessiva. É só que a perfeição disso tudo ainda está me impressionando muito… Tudo está tão completo.

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